segunda-feira, 24 de junho de 2013

Paráfrase do texto: Maternidades públicas vivem crise: faltam leitos. (Rita Soares/Diário do Pará, 2013)

Instituto de Educação Integrada Albert Einstein
Curso Técnico de Enfermagem
Disciplina: Língua Portuguesa Técnica
Docente: Geordano Valente Raad
Discente: Maria Roziane do Nascimento Moraes
Belém, 22 de maio de 2013

   Paráfrase do texto: Maternidades públicas vivem crise: faltam leitos. (Rita Soares/Diário do Pará, 2013)

   Segundo Rita Soares em uma reportagem do Diário do Pará, 2013 sobre a crise vivenciada nas maternidades públicas no que diz respeito a falta de leitos. Ela relata que os graves problemas da saúde em Belém envolve tanto os pacientes que dependem dos serviços públicos quanto da rede privada, principalmente nos setores de maternidades.
   Atualmente, vários hospitais restringiram ou excluíram em definitivo o atendimento que segundo a Associação Paraense de Ginecologia e Obstetrícia (APGO) essa falta de opção se reflete no grande número de cesárias em detrimento dos partos normais. Ana Conceição Pessoa, presidente da APGO diz que “realmente há poucas maternidades em Belém”.
   De acordo com Ana Azevedo o atendimento às parturientes é mantido em hospitais de forma restrita apenas aos médicos vinculados ao hospital. O trabalho de parto normal é dificultado devido a grande carência e por vezes não se tem onde internar pacientes prestes a dar a luz causando situações aos médicos culpabilizados. As cesárias aumentam com esse fato, assim pode-se marcar o momento exato do parto. O parto inesperado traz dificuldade. O médico se responsabiliza pelos leitos, os quais deixam de receber cirurgias eletivas para o atendimento das parturientes e estão em constante decréscimo em Belém, pela diminuição das maternidades.
   A discussão do assunto, cada vez mais preocupante, precisa ser feita pelo Secretário de Saúde do Estado do Pará, dos municípios, médicos e donos de hospitais, comenta a presidente da APGO.
   Para Breno Monteiro, presidente do Sindicato do estabelecimento de Saúde do Estado do Pará a baixa remuneração para este procedimento médico causa a redução de leitos para maternidades, a falta de interesse em investir à Santa Casa de Misericórdia sofre reflexo da ausência de retaguarda nas maternidades privadas, sendo a maior maternidade pública do Pará, acaba por ser notícia em jornais como referência em superlotação. Monteiro exalta a importância das iniciativas (públicas e privadas) de tentarem solucionar o problema.
     Laises Braga, médica obstetra que trata da humanização do parto do hospital das clínicas, afirma que para além das questões dos leitos, as cesárias tornaram-se culturais. Isso ocorre pelo tempo demorado pelo tempo demorado no parto normal, e a comodidade do profissional e da paciente que não quer enfrentar dores excessivas.

   De acordo com o Secretário de Saúde do Pará, Hélio Franco o que falta é a chamada qualificação do leito, que hospitais ofereçam estrutura e equipe necessárias para que um leito seja considerado de maternidade. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário