Instituto de Educação Integrada Albert Einstein
Curso Técnico de Enfermagem
Disciplina: Língua Portuguesa Técnica
Docente: Geordano Valente Raad
Discente: Maria Roziane do Nascimento Moraes
Belém, 22 de maio de 2013
A cidade de
Belém, assim como as grandes metrópoles do país, desenvolve-se com o
crescimento da população. De acordo com o relato do texto de Rita Soares/
Diário do Pará, 2013. Os problemas de Saúde em Belém, não estão restritos
apenas ao Sistema Único de Saúde(SUS) e
sim de um modo geral, sendo este público ou privado.
Em se tratando da
oferta em hospitais em relação à maternidades, percebe-se o incentivo às mães a
fazer partos cesarianos. Segundo o relato no texto da presidente da Associação
Paraense de Ginecologia e Obstetrícia (APGO) quando diz que “há poucas
maternidades em Belém” e “com o parto tendo hora e data para acontecer, é
possível reservar o leito”
Ao analisar
situações ocorridas durante observação em algumas maternidades de Belém faz-se
necessário discordar com Rita Soares em alguns posicionamentos no discorrer do
texto da reportagem, quando refere-se ao quesito”solucionar” o problema falta
de leito optando-se pela cesária. Nem sempre é isso o que ocorre, constata-se
que existe sim poucas maternidades em Belém, poucos hospitais disponibilizam
leitos à parturientes mas existe também negociação para a realização do parto.
A parturiente
pode até apresentar condições físicas para o parto normal mas devido a algum
problema psicológico como o medo de submeter-se ao mesmo acabam optando pela
cesária. Também existe a questão financeira que obriga a reduzir o número de
filhos (planejamento familiar); a falta de respeito com a parturiente como a
discriminação social, ou seja, se tem dinheiro para pagar o hospital para a
realização do parto, então leito é o que não falta.
Portanto, é
preciso que haja mais sensibilidade por parte de todos os envolvidos pois
deve-se priorizar a vida acima de tudo.
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